Você talvez tenha começado a perceber em situações simples. Uma conversa em um restaurante. Uma reunião de trabalho. Uma ligação no telefone. Alguém falando de outro cômodo. Um comentário da família dizendo: você não está escutando direito?
No começo, dá para disfarçar. Você sorri, tenta acompanhar, pede para repetir. Mas, com o tempo, ouvir começa a cansar.
E o mais estranho é que não dói. O ouvido não vaza. Não parece inflamado. Mas a audição vai piorando aos poucos.
Para uma mulher jovem, isso pode gerar insegurança, vergonha, ansiedade e medo do futuro. Afinal, perda auditiva costuma ser associada a pessoas mais velhas — e por isso muitas mulheres demoram para buscar ajuda.
Mas existe um ponto importante: perda auditiva progressiva em mulheres jovens precisa ser investigada.
Em alguns casos, pode se tratar de otosclerose, que é uma condição que pode ter influência genética e que afeta um dos pequenos ossos responsáveis pela audição. Esse ossinho, chamado estribo, precisa se movimentar para que o som passe corretamente para dentro do ouvido.
Quando ele fica fixo ou com pouca mobilidade, o som não é transmitido como deveria. Com isso, a pessoa começa a perceber dificuldade para ouvir, geralmente de forma lenta e gradual.
Dependendo de cada caso, o tratamento pode ser apenas acompanhamento, uso de aparelho auditivo ou mesmo cirurgia.
Na COF, nós ajudamos mulheres que percebem a audição piorando a entenderem o que está acontecendo com clareza e segurança.
A avaliação é feita com consulta especializada, exames auditivos e orientação sobre as possibilidades reais de tratamento. Sem pressa, sem julgamento e sem tratar a queixa como coisa da sua cabeça.
Porque ouvir pior não deveria ser algo que você precisa esconder, compensar ou aceitar em silêncio.
Se sua audição está piorando aos poucos, mesmo sem dor ou secreção, não espere isso limitar sua vida.
Agende uma avaliação na COF e descubra qual é o melhor caminho para o seu caso.